O limite entre o viral e a falta de respeito.
Recentemente, vimos o caso de uma senhora de Erechim que foi vítima de um golpe cruel, que acreditou que estava sendo cortejada pelo ator Brad Pitt.
Logo em seguida, uma onda de marcas e instituições usou a história para fazer piada.
O objetivo era o de sempre: surfar no “assunto do momento” para ganhar curtidas.
Na busca desesperada pelo viral, muita gente esqueceu o básico.
Por trás de um meme, existe uma pessoa real, uma perda financeira e um dano emocional.
Fazer chacota com a vulnerabilidade de alguém não é criatividade. É oportunismo barato.
Engajamento a qualquer custo é o caminho mais rápido para destruir a reputação de uma marca.
Se a sua comunicação precisa humilhar alguém para ser notada, o problema não é o algoritmo. É a sua estratégia.
Publicidade de resultado se faz com inteligência e respeito, não com a dor dos outros. O mundo não precisa de marcas “engraçadinhas” às custas de golpes. Precisa de marcas que passem credibilidade.
Fica o nosso alerta: antes de postar, pergunte-se se o seu engajamento vale a dignidade de alguém.